
ABOUT THE WORKSHOP
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Origin: Porto, Portugal
Artistic direction: André Braga and Cláudia Figueiredo
Performance: André Braga and João Sarnadas (live sound)
Lighting design: Cárin Geada
Production direction: Ana Carvalhosa
Production: Cláudia Santos and João Gravato
Technical coordination: Pedro Coutinho
Communication: Sara Jorge
Special thanks: Vera Mantero, Alejandro Ahmed, Inês Castanheira, Daniela Cruz
Text: free composition based on excerpts from Herberto Helder, Rui Nunes, Marguerite Yourcenar, Davi Kopenawa, Walter Benjamin, Francis Ponte, and Antonin Artaud
Co-production: CRL - Central Elétrica, Teatro Municipal do Porto / DDD – Dias da Dança Festival, Teatro das Figuras, Teatro Académico Gil Vicente
Creative residencies: Mindelact (Cape Verde), 23 Milhas - Fábrica das Ideias
Circolando – Central Elétrica is a structure supported by the Portuguese Republic / Directorate-General for the Arts
FEEDBACK
André Braga e Cláudia Figueiredo / Circolando – Central Elétrica
SYNOPSIS
A pile of stones, a microphone, and a smoke machine. The sound. The breath. A confession.
What can a body do?
The sound captured and manipulated live was the clue chosen to focus the research. Feedback as an invisible element that promotes confusion between inside and outside, a variable set of places that can be visited.
In “Feedback,” we seek the meeting point between confessional memory and the topics of a framework of key ideas that we have been trying to map out. The air, listening, the amplification of micro-perceptions, the dilation of time, the reversal of the skin, the evocation of a primitive time.
The rawness, the stripping down to the essentials: the body, the origin of sound, technique, matter.
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DURATION
60 minutes (no intermission)
TYPE
Performance
AGE CLASSIFICATION
12 years and older
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CIRCOLANDO - CENTRAL ELÉTRICA
Under the artistic direction of André Braga and Cláudia Figueiredo, Circolando – Central Elétrica has been active since 1999 in the field of interdisciplinary work, with a focus on dance theater. In addition to our own creations, we support the creation of projects by associated artists and run a residency and creation center in Porto.
André Braga
Pós-graduado em Dança pela ESMAE, é diretor artístico da CRL - Central Elétrica. É encenador, coreógrafo, cenógrafo e performer. É na CRL que desenvolve o seu percurso artístico, que conta já com 30 criações originais que estiveram presentes em 21 países. O seu percurso distingue-se pela singularidade com que trabalha os cruzamentos disciplinares e as linguagens do corpo e do movimento. Uma forte presença tem sido também assumida por projectos que trabalham com a comunidade e fazem do território e das pessoas que o habitam a principal matéria criativa. As suas criações foram premiadas a nível nacional e têm sido co-produzidas por estruturas e teatros relevantes de âmbito nacional e europeu. A nível pedagógico, lecciona o Módulo de Projeto no Curso de Artes Performativas da Universidade Lusófona e orienta regularmente Laboratórios de Movimento, Improvisação e Criação Transdisciplinar, em Portugal e no estrangeiro.
Cláudia Figueiredo
Diretora artística e responsável pelos Projectos de Conceção e Dramaturgia no CRL, é aqui que desenvolve o seu percurso artístico, que conta já com 30 criações originais que estiveram presentes em 21 países. O seu percurso tem-se distinguido pela singularidade com que trabalha os cruzamentos disciplinares e as linguagens do corpo e do movimento. Uma forte presença tem sido também assumida por projetos que trabalham com a comunidade e fazem do território e das pessoas que o habitam a principal matéria criativa.
Atualmente a frequentar o Doutoramento em Estudos Artísticos na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, é licenciada em Sociologia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, tendo também frequentado o Programa de Mestrado e Doutoramento em Sociologia da Universidade de Coimbra.
João Sarnadas
Ingressou na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto que abandonou em 2014. Criou o projecto Coelho Radioactivo em 2007, com o qual editou os álbuns “Estendal” e “Canções Mortas”, vários singles e EP’s. Faz parte de Flamingos, Well, Montanha e fundou José Pinhal Post-Mortem Experience. Integrou a Gentle Records e a Favela Discos na qual tem vindo a desenvolver grande parte do seu trabalho relacionado com a música experimental e improvisada, tornando-se também director de lançamentos da editora em 2017. Como membro da Favela Discos fundou Milteto, Vive Les Cônes e Xula Velhos, participando na gestão da editora, programação, e residências do colectivo, nomeadamente a residência no Café Au Lait entre 2015 e 2016. Tem vindo a desenvolver uma série de estratégias de improvisação e de abordagem à electrónica, focando-se na utilização do loop, do drone, da mesa de mistura como instrumento e do dub-master como papel em improvisos colectivos. Ainda com a Favela Discos tem vindo a desenvolver peças das quais se destacam "Desilusão Óptica", apresentada em Serralves em Festa e "2013: O Regresso" uma peça de ficção científica operática apresentada no understage do Rivoli em 2019. Tem participado ainda em peças de teatro e dança como compositor e sonoplasta, nomeadamente o Espírito do Lugar 4.0 & 5.0, e Feedback da companhia CRL - Central Elétrica. Em 2020 e 2021 lançou dois álbuns em nome próprio, The Hum e The Humm.
Cárin Geada
Designer de luz e diretora técnica, Cárin Geada nasceu em Lamego, em 1991. Formou-se em luz e som pela Academia Contemporânea do Espetáculo e em produção e cenografia pela ESMAE, no Porto. Enquanto designer de luz, soma dezenas de colaborações, tanto com artistas emergentes, como com nomes já estabelecidos do teatro e da dança, como Cláudia Gaiolas, Cristina Carvalhal, Gonçalo Amorim, Leonor Keil, Paula Diogo ou Tiago Rodrigues. Trabalhou ainda na direção técnica de importantes festivais de teatro em Portugal, como o Alkantara Festival, o Interferências e o FITEI - Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica.



















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