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JORNAL POP

HISTÓRIA E ESTÉTICA DO TEATRO

  • 14 de mar.
  • 3 min de leitura

Atualizado: 15 de mar.

COMEÇA O ATLAS JÁ NA PRÓXIMA SEMANA


ATLAS — Estética Teatral


História e Estética do Teatro


Três primeiras sessões presenciais e online, orientadas por Alexandre Pieroni Calado, que atravessam algumas das ideias e transformações fundamentais do teatro — de Aristóteles ao teatro pós-dramático — procurando compreender como chegámos às formas cénicas contemporâneas.

Programa

Sexta dia 20

O drama do drama - das 18h30 às 20h30A partir da Poética de Aristóteles, analisam-se as bases do género dramático e alguns espetáculos do século XX que colocaram em crise o modelo dramático tradicional.

Sábado · 21 

O espectáculo não é espectacular - das 11h30 às 13h30

Da reflexão de José Ortega y Gasset sobre o espetáculo cénico às práticas performativas contemporâneas.

E agora, o que pensar? - das 14h30 às 16h30 

Performance (Richard Schechner), teatro pós-dramático e anti-teatralidade.

Debate: o manifesto por um teatro realista de Thomas Ostermeier.

Quinta · 26 das 18h30 às 20h30

Quarta sessão somente online, orientada por Tiago De Faria, dedicada a práticas de encenação que ajudam a compreender o teatro contemporâneo — do corpo e da presença à criação coletiva, da fragmentação pós-dramática à composição por imagem, som e tecnologia.

Nota - Hora dos Açores



ALEXANDRE PIERONI CALADO


Nasceu em Lisboa e dedica-se à criação e investigação teatral, sendo atualmente Professor Adjunto Convidado na Escola Superior de Teatro e Cinema. O seu trabalho tem-se centrado num ciclo de projetos de pesquisa, criação e difusão em torno do enraizamento da violência na matriz cultural greco-latina, do qual resultaram espetáculos como Lebre (2022), A Parede (2019), A Morte nos Olhos (2018) e O Declive e a Inclinação (2016). Criou ainda Kaspar: Palavra Soprada (2017) e A Arte Degenera à Medida que se Aproxima do Teatro (2017), além de um conjunto de recriações de encenações portuguesas do século XX, como Dramas de Princesas. A Morte e a Donzela (2015), Woyzeck 1978 (2014), Quarteto (2013) e Pregação (2012).

Licenciado em Teatro pela ESTC (2007) e doutorado em Artes Cénicas pela ECA/USP (2011), lecionou na Escola Superior de Teatro e Cinema e na Universidade de Évora, colaborando também com várias escolas técnicas. É membro do Centro de Investigação em Artes e Comunicação e tem desenvolvido trabalho editorial e publicação de artigos nas áreas da teoria do ator, processos formativos e crítica genética.


TIAGO DE FARIA


Encenador, coreógrafo, formador e professor universitário português com carreira internacional desde 1998, cruzando criação artística, investigação e novas tecnologias em contextos académicos, profissionais e comunitários. Licenciado em Interpretação pela Escola Superior de Teatro e Cinema (Lisboa), especializou-se em treino de atores, dança contemporânea e movimento cénico em Londres, na Central School of Speech and Drama (mestrado), London Contemporary Dance School e Trinity Laban.

Docente universitário desde 1999 (CSSD, RADA e Universidade de Évora), foi coordenador científico no Instituto Politécnico de Portalegre e dirigiu o CEPIA em Évora, onde articulou criação, formação e investigação performativa. Premiado em festivais em Espanha e Marrocos, destacam-se os trabalhos Julieta (2010), com música de António Victorino D’Almeida, e Ouço-te na Sombra da Praça Vazia Mas Não Sei de Ti (Festival POP, 2023).

Fundador do Teatro Manga, mantém uma prática centrada na investigação pela prática, explorando movimento, encenação, coreografia, interpretação e escrita, com especial atenção às relações entre arte, estética e cidadania.







O Atlas integra a programação da PDL26 Capital Nacional da Cultura





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