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ALEXANDRE PIERONI CALADO
Eixo 1 - Módulo 1 - História e Estética da Cena (séculos XX–XXI)

Nasceu em Lisboa e dedica-se à criação e investigação teatral, sendo atualmente Professor Adjunto Convidado na Escola Superior de Teatro e Cinema. O seu trabalho tem-se centrado num ciclo de projetos de pesquisa, criação e difusão em torno do enraizamento da violência na matriz cultural greco-latina, do qual resultaram espetáculos como Lebre (2022), A Parede (2019), A Morte nos Olhos (2018) e O Declive e a Inclinação (2016). Criou ainda Kaspar: Palavra Soprada (2017) e A Arte Degenera à Medida que se Aproxima do Teatro (2017), além de um conjunto de recriações de encenações portuguesas do século XX, como Dramas de Princesas. A Morte e a Donzela (2015), Woyzeck 1978 (2014), Quarteto (2013) e Pregação (2012).

Licenciado em Teatro pela ESTC (2007) e doutorado em Artes Cénicas pela ECA/USP (2011), lecionou na Escola Superior de Teatro e Cinema e na Universidade de Évora, colaborando também com várias escolas técnicas. É membro do Centro de Investigação em Artes e Comunicação e tem desenvolvido trabalho editorial e publicação de artigos nas áreas da teoria do ator, processos formativos e crítica genética.

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ELIZABETH LECOMPTE
Eixo 1 - Módulo 2 - Fundamentos da Encenação

Encenadora e criadora norte-americana, reconhecida como uma das figuras mais influentes do teatro experimental contemporâneo. Cofundadora e diretora artística da companhia The Wooster Group, sediada em Nova Iorque, desenvolve desde os anos 1970 um trabalho pioneiro que cruza teatro, performance, vídeo, media digitais, música e experimentação visual.

O seu percurso iniciou-se no contexto do teatro de vanguarda nova-iorquino, particularmente no Performance Group dirigido por Richard Schechner, onde começou a explorar novas formas de composição cénica. Com o The Wooster Group, LeCompte consolidou uma linguagem própria marcada pela desconstrução de textos clássicos e modernos, pela utilização de materiais documentais e pela integração de tecnologia em cena, questionando continuamente as relações entre representação, corpo, imagem e memória.

As suas criações — como House/Lights, Brace Up!, Hamlet e The Emperor Jones — são reconhecidas internacionalmente pela abordagem radical à dramaturgia e pela investigação sobre a presença performativa. O seu trabalho influenciou gerações de artistas e companhias, sendo frequentemente associado à redefinição das fronteiras entre teatro, performance e artes visuais.

Ao longo da carreira, recebeu numerosos prémios e distinções internacionais, mantendo uma prática artística centrada na pesquisa, na colaboração e na reinvenção constante das formas cénicas.

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ELLEN LAUREN
Eixo 3 - Módulo 4 - Suzuki & Viewpoints

Ellen Lauren integra o corpo docente do Departamento de Drama da The Juilliard School desde 1995, onde lecciona Suzuki Training, tendo dirigido Iphigenia and Other Sisters, de Ellen McLaughlin. É membro fundadora e co-directora artística da SITI Company (Saratoga International Theater Institute), criada por Anne Bogart e Tadashi Suzuki.

Como intérprete e criadora, participou em numerosas produções da SITI Company, entre as quais Persians, Trojan Women, Radio Macbeth, Hotel Cassiopeia, War of the Worlds e Orestes. É artista convidada regular de várias instituições internacionais, incluindo a Theatre Academy of the University of the Arts (Helsínquia), UCLA e Universidade de Windsor, tendo também integrado o corpo docente da Columbia University e da Fordham University.

É Associate Artist da Suzuki Company of Toga (SCOT), sob a direcção de Tadashi Suzuki, com quem colabora há décadas, destacando-se o seu trabalho como intérprete em Dionysus. Apresentou-se em importantes palcos e festivais internacionais, como Moscow Art Theatre, Toga International Festival, Theatre Olympics, Buenos Aires Festival, Vienna Festival e Hong Kong Festival.

Foi distinguida com a Fox Fellowship for Distinguished Achievement (2008–2010), publicou na American Theatre Magazine e integra a série Modern Masters dedicada a Anne Bogart. Encontra-se actualmente a desenvolver o livro The Invisible Body, sobre a sua experiência com a Suzuki Company.

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JOÃO BRITES
Eixo 1 - Módulo 2 - Fundamentos da Encenação
Eixo 3  - Módulo 1 - Teatralidade

João Brites (Torres Novas, 1947) é encenador, dramaturgista, cenógrafo e fundador do Teatro O Bando, reconhecido como uma figura central do teatro contemporâneo português. Formado em artes visuais na Bélgica, onde viveu como refugiado político entre 1967 e 1974, desenvolveu uma carreira marcada pela criação coletiva, pela experimentação cénica e pela relação entre teatro, comunidade e território.

Ao longo do percurso, esteve envolvido na criação de várias estruturas associativas e festivais ligados às artes performativas e dirigiu a Unidade de Espectáculos da EXPO’98. Como diretor artístico, destacou-se pela adaptação de textos não dramáticos, pela criação de personagens singulares e pela invenção de dispositivos cénicos instalados em espaços não convencionais, acumulando diversos prémios e distinções, incluindo o grau de Comendador da Ordem do Mérito (1999).

Foi professor de interpretação na Escola Superior de Teatro e Cinema (1989–2014), onde desenvolveu o sistema metodológico CAC – Consciência do Ator em Cena, centrado na ideia de ator-artista e no trabalho sobre a vivência, a sensação concreta, o diálogo interior e a articulação entre interioridade, oralidade e corporalidade. Paralelamente, tem promovido reflexão teórica e editorial sobre teatro, criação coletiva e práticas artísticas, consolidando um legado marcante na cena portuguesa.

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JOÃO CABRAL
Eixo 3  - Módulo 3 - Introdução ao Trabalho do Ator

JOÃO CABRAL nasceu em 1961 em S. Miguel. Tem a licenciatura em teatro do Conservatório Nacional de Lisboa (1980-85) e o mestrado em Teatro pela ESAD (2010-12) Em 1982 começou a sua atividade como actor. Em televisão salienta o seu trabalho nas produções “Mau Tempo no Canal”, “A Banqueira do Povo”, “Jornalistas”, “A Mulher Do Ministro”, “Jura”.  No cinema participou em filmes de João Canijo, Rosa Coutinho Cabral, Fernando Lopes, Jorge António, Fernando Matos Silva, Francisco Manso, Maria Schraeder, entre outros. No teatro participou em peças encenadas por Mário Feliciano, Rosa Coutinho Cabral, Carlos Avilez, Paula Sá Nogueira, Diogo Dória e José António Pires, Rodrigo Francisco, Jorge Ribeiro, Carla Bolito, Álvaro Correia, entre outros. Dirigiu e encenou o Grupo de Teatro do ISCSP e o grupo Ultimato De Teatro Universitário da FPCEUL durante vários anos, com presença no FATAL.Foi professor de Expressão Dramática, Interpretação, Movimento, Voz, e Dramaturgia na Escola Secundária Passos Manuel. Fez parte das equipas de dobragens de Teresa Madruga de Teresa Sobral e Cláudia Cadima.

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JOSÉ MANUEL CASTANHEIRA
Eixo 2  - Módulo 1 - Teatro: Um lugar para Transformar o Tempo

José Manuel Castanheira nasceu em Castelo Branco. Cenógrafo, arquiteto e pintor, é doutorado pela Faculdade de Arquitetura de Lisboa, onde leciona desde 1982. Com uma carreira internacional amplamente reconhecida — reforçada por uma retrospetiva dedicada pelo Centre Pompidou, em Paris — realizou mais de 400 cenografias em Portugal e no estrangeiro, colaborando com mais de uma centena de encenadores, coreógrafos e realizadores, destacando-se a longa parceria com Rogério de Carvalho.

Membro da Real Academia de Belas Artes e da Academia de Artes Cénicas de Espanha, foi um dos fundadores da Associação Portuguesa de Cenografia. A sua obra foi apresentada em diversas retrospetivas internacionais e distinguida com várias homenagens e prémios, incluindo a Medalha de Mérito Cultural do Ministério da Cultura (2025).

A partir do teatro, desenvolve uma atividade multifacetada nas áreas da cenografia de exposições e museologia, arquitetura teatral, pintura e design, aliando criação artística, investigação e pedagogia. No cinema, assinou a cenografia do filme Vai e Vem (2002), de João César Monteiro, e, no campo da arquitetura teatral, participou em diversos projetos de reabilitação e consultoria.

Autor de vários livros e ensaios, tem desenvolvido intensa atividade internacional como conferencista e formador, integrando júris académicos e colaborando com instituições artísticas e universitárias.

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JULIANA PINHO
Eixo 3  - Módulo 1 - Teatralidade

Nascida em 1984, no distrito de Aveiro, iniciou o seu percurso teatral no movimento associativo e no teatro amador. Licenciou-se em Biologia e Geologia pela Universidade de Aveiro e, posteriormente, em Teatro – ramo de Interpretação, pela Escola Superior de Teatro e Cinema, em Lisboa. Frequentou ainda um ano do curso de Formação de Atores da Escola de Teatro Evoé. Entre 2013 e 2022 integrou a equipa fixa do Teatro O Bando, onde desempenhou diversas funções — assistência de encenação, produção, formação de atores — tendo-se tornado cooperante artística em 2015 e membro da direção da cooperativa entre 2018 e 2022. Desde
2013, faz parte da equipa de formação do Teatro O Bando e, em 2023, assumiu a gestão da formação profissional para atores – Consciência do Ator em Cena. Como atriz cooperante do Teatro O Bando, tem desenvolvido projetos de criação com forte dimensão comunitária. Enquanto encenadora, destaca-se pelo trabalho em espetáculos dirigidos à infância e à juventude, em colaboração com diversas instituições nacionais e internacionais. Desde 2022, trabalha também como artista independente, colaborando e dirigindo projetos teatrais de cariz participativo, que
promovem a criação e envolvimento ativo da comunidade, integrando participantes não profissionais em processos de cocriação artística que valorizam a diversidade de vivências e a construção coletiva num território comum, o Teatro.

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ROCIO MATOSAS
Eixo 2  - Módulo 2 - Iluminação e Desenho de Luz

Rocío Matosas é artista multidisciplinar, diretora de arte e formadora em artes cénicas. Trabalha desde 1996 em cenografia, figurino e iluminação, com percurso internacional na Europa e na América.

Integra a Associação Cultural Corredor, nos Açores, onde é co-diretora artística e diretora técnica do Festival POP – Festival das Artes e Ofícios do Espectáculo, coordenando residências em cenografia e figurino.

Desenvolve workshops, seminários e laboratórios de criação. Ao longo da carreira foi distinguida com prémios internacionais, entre os quais o Prémio HOLA (Nova Iorque), o Prémio Hugo (Buenos Aires) e reconhecimentos em festivais europeus.

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TIAGO DE FARIA
Eixo 1 - Módulo 1 - História e Estética da Cena (séculos XX–XXI)
Eixo 1 - Módulo 3 - Dramaturgia e Composição Cénica

Encenador, coreógrafo, formador e professor universitário português com carreira internacional desde 1998, cruzando criação artística, investigação e novas tecnologias em contextos académicos, profissionais e comunitários. Licenciado em Interpretação pela Esc. Sup. de Teatro e Cinema (Lisboa), especializou-se em treino de atores, dança contemporânea e movimento cénico em instituições londrinas: Central School of Speech and Drama (mestrado), London Contemporary Dance School (pós-graduação), Trinity Laban, Khatak e Butoh.

Docente universitário desde 1999 (CSSD, RADA, U. de Évora), foi coordenador científico no Inst. Politécnico de Portalegre, e dirigiu o CEPIA em Évora, articulando criação, formação e investigação performativa com escola de verão internacional e festival multidisciplinar. Premiado em festivais de Espanha e Marrocos, destacando-se no seu trabalho como encenador/coreógrafo Julieta com música de António Victorino D’Almeida (2010) e Ouço-te na Sombra da Praça Vazia Mas Não Sei de Ti (Festival POP, 2023).

Fundador do Teatro Manga (A Sacalina, 2019; Emigrantes, 2022), desenvolveu projetos participativos como a adaptação de Migrantes com estudantes (2022-2023). É dramaturgo convidado da Associação 442Hz (As Estrelas Também Morrem, 2024). Formador certificado desde 2001 em interpretação, movimento, direção, história/estética das artes performativas e escrita.

Mantém-se fiel à investigação pela prática, explorando movimento, encenação, coreografia, interpretação e escrita, com foco em arte e ativismo, estética e cidadania.

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TONY DE MAEYER
Eixo 3  - Módulo 2 - Biomecânica

Tony De Maeyer é ator, encenador e pedagogo belga, reconhecido pelo seu trabalho no campo do teatro físico e pela investigação contínua sobre o corpo como centro da criação cénica. Ao longo de várias décadas, desenvolveu uma prática artística e pedagógica assente na relação entre movimento, energia, ritmo e composição, dialogando com princípios próximos da biomecânica e com diferentes tradições do teatro físico europeu.

Tem colaborado com diversas companhias e estruturas internacionais, orientando workshops e processos de formação dirigidos tanto a profissionais das artes performativas como a participantes sem experiência prévia. O seu trabalho pedagógico centra-se na consciência corporal, na presença em cena e na construção de linguagem a partir da ação, promovendo um encontro entre rigor técnico, experimentação e criação coletiva.

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